quarta-feira, 27 de março de 2013

Eis a Questão

Gostei muito do tema abordado por Manuela Aquino na sessão Louca Por... da revista Gloss desse mês, onde ela fala sobre assumir algumas características ao invés de ficar tentando mudar seu DNA para se sentir mais bonita. Bem, eu vivo procurando meios de me sentir bonita do jeito que eu sou, principalmente com relação aos meus pelos. Então, essa é minha lista:

Sobrancelha

Minha sobrancelha esquerda é linda, mas a direita tem uns fios mais rebeldes, e eu mexo tanto nela que sempre deixo uma falha. O jeito é contornar com lápis ou passar um pouco de sombra escura com um pincel antes de sair. Ah, gosto muito de pentear as sobrancelhas e passar remew incolor para ela não desalinhar, mas quando vejo que está meio exagerada aparo as pontinhas. Com 12 anos u tinha uma sobrancelha grossa e escura – minhas amigas chamavam de taturana, e sofri muito quando tirei com a pinça na primeira vez. Por um bom tempo só fiz a sobrancelha com o uso de navalha, e até que foi bom para me ajudar a definir o traço. Hoje eu mesmo tiro minha sobrancelha. Como tenho muito pelo no rosto inteiro, evito tirar muito da ponta ou de cima para não se destacar no rosto.

Bigode

Na sexta série um garoto da minha classe zombava de mim por causa da penugem que tenho acima do lábio superior, que ele insistia em chamar de bigode. Passei a depilar com creme e, vendo que não adiantava nada, comecei a usar cera quente. Hoje a quantidade de pelos reduziu tanto que quase não dá pra notar, mas eu continuo depilando.

Caminho da Felicidade

Sabe aquilo que chamam de caminho da felicidade na barriga? Eu tenho e não gosto. Já tentei descolorir, mas parece que só fez os pelos aumentarem. Tentei depilar com cera quente, mas a barriga lisa e rosada me deixava agoniada. Tentei aparar, mas não dá certo. Enfim, ainda não encontrei uma solução, e o pior é que adoro mostrar a barriga, até tenho um pircing no umbigo, mas este pequeno detalhe me deixa um tanto relutante.

Cabelos Cacheados

Sempre adorei o jeito cacheado do meu cabelo, isso eu tenho orgulho em dizer. Gosto dos meus cabelos longos e com ondas comportadas. Vez ou outra fiz uma progressiva para reduzir o volume, mas prefiro optar por cosméticos capilares poderosos. Quando não dá para lavar e secar o cabelo com segurança antes de sair (porque sair com o cabelo molhado é um desastre), eu aposto num leite com argan e um creme hidratante para manter os cachos no lugar. Além disso, invisto em vitaminas e um melzinho abençoado quando faço meu banho de creme (nós que somos cacheadas sabemos como eles são frágeis, qualquer coisinha é motivo de frizz). Acredite ou não, tinjo o cabelo apenas duas vezes no ano! E corto as pontinhas de três em três meses. Graças a Deus tenho um pai cabeleireiro que não cobra para cuidar do meu belo.

Pele áspera

Imagino que vocês já perceberam que meu maior problema são os pelos, então vamos direto ao assunto. Logo depois que virei mocinha eles se tornaram um problemão na minha vida, demorou para eu aprender a doma-los, minha pele parecia estar sempre áspera, escura e pontinhos feios de pelos encravados, mas depois de ler tanto minhas revistas femininas acabei aprendendo uns truques:
a) Nunca uso nada em creme ou barra, para não entupir os poros, por isso sempre opto por óleo corporal ao invés de creme hidratante, sabonete líquido ao invés de sabonete em barra, desodorante spray ao invés de rollon…
b) Nunca, nunca uso gilete! Engrossa os pelos, obstrui a pele, escurece as axilas e é ótimo para fazer o pelo encravar. Já tentei usar cremes depilatórios, mas não gostei. Depois que conheci a cera quente meus problemas acabaram! Mas recentemente comprei um depilador que arranca os fios pela raiz e também é ótimo, se não contar com a dor!
c) Esfoliação, sempre! Bucha vegetal esfoliante, sabonete líquido esfoliante, tudo esfoliante!!

Rosto oleoso

Sempre tive o rosto meio oleoso, por isso não gosto de abusar na maquiagem, uso protetor solar pra sair e prefiro gel de limpeza ao invés de creme (tens uns que limpa, tonifica e hidrata, e não é em creme). Além disso, sempre uso remover de maquiagem, e seco o rosto numa toalha macia sem esfregar e evito ficar tocando a pele com os dedos. A única coisa que não dá para evitar é o consumo de chocolate!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Primeiro Encontro

Depois de passar os últimos anos me esquivando de romances, não me dei conta de que havia esquecido como era estar apaixonada. Passei a noite em claro com os traços de sua feição perturbando minha mente depois do nosso primeiro contato. Esperava ansiosamente em agonia à beira da janela para ver se lhe via passar por minha casa. Passei a olhar a tela do celular de minuto em minuto depois que trocamos nossos números, esperando ver seu nome. E naquele primeiro encontro, torcendo para que tudo fosse perfeito, passando um batom, me perfumando e vestindo minha melhor roupa apenas para que me desejasse. Não podia permitir que a paixão me dominasse, mas antes que me desse conta já estava envolvida, não tinha como voltar atrás, não queria voltar atrás.

Seus olhos procuraram os meus, e não pude evitar encará-lo a fundo. Eram castanhos escuros, quase negros. E me olhavam com tal intensidade que senti como se estivesse vendo através da minha alma. Minha respiração ficou descompassada, obrigando-me a entreabrir os lábios imperceptivelmente. Desviei meus olhos para outra coisa qualquer antes que perdesse o fôlego, mas não sem antes perceber que ele também parecia meio desnorteado.

Um sorriso bobo dominava meus lábios, qualquer movimento era de tamanha importância, eu sabia que ele me observava de soslaio. Eu também lhe observava com cautela. Deliciava-me com o formato dos seus lábios, imaginando sua boca na minha. Ouvia atentamente seu sotaque nordestino me esforçando para decorar o tom da sua voz. Sua pele morena era tentadora e provocante, quase não me continha de vontade de toca-la, sentir a textura nas pontas dos dedos, sentir o gosto na ponta da língua... Podia eu ceder à ousadia? Estava claro que me correspondia, mas não podia assusta-lo, queria conquista-lo.

Céus, nem sabia seu nome, desconhecia sua origem, mas cada palavra que saia de sua boca me tomava à admiração. A maneira como arqueava as sobrancelhas demonstrando surpresa era tentadoramente sexy. Mal dava para acreditar que podíamos ter uma conversa civilizada sem atacar um ao outro. A tensão sexual se fazia presente ali, a química eletrizante pairando sobre nós, uma vontade profunda e infinita de ficar mais perto, mais próximo, mais junto...

As palavras se fizeram desnecessárias, ficar a toa contemplando um ao outro já bastava. Não conseguia desviar minha atenção dele. A maneira como ele me olhava, com tamanha veneração, adorando-me... É como se pudesse me comer com os olhos.

De repente me dou conta de que matar a fome e a sede que tenho deste homem é suficiente para que minha felicidade seja completa.

Nada mais importa.

Quero apenas me entregar,

 me descobrir em seus braços,

  ouvir meu nome em seus lábios,

   soprar o amor para dentro de ti

    e preencher o vazio que há em mim.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Ping Pong

20 de Fevereiro | 5h40 p.m.

Caio: Oi Lu. Posso te chamar de Lu? É mais rápido para escrever, rs.

Lu: Tudo bem =)

Caio: Então, sabadão, vai sair hoje?

Lu: Estou pensando em ir num evento da cidade. Uma mostra artística e cultural. E você?

Caio: Ah, acho que vou com os meninos para São Paulo. To pensando ainda.

Lu: Vamos comigo! Eu ia adorar sua companhia =) Bem, se quiser ir comigo...

Caio: Quando? Hoje? Não vai dar... Vou pra São Paulo.

Caio: Mas me chama a próxima vez que tiver!

Lu: Ok. Pode deixar =)

 

21 de Fevereiro | 3h20 p.m.

Lu: E aí? Como foi o passeio?

Caio: Foi ótimo, nos divertimos muito! E você?

Lu: Que bom! Eu não saí não.

Caio: Por que?

Lu: Não queria ir sozinha.

 

21 de Fevereiro | 7h35 p.m.

Caio: Desculpe não ter respondido, precisei sair.

Lu: Tudo bem =) Já estou ficando acostumada com seus sumiços.

Caio: To querendo ir ao cinema algum dias desses. Bora?

Lu: Claro! Adoro ir ao cinema! Tem uns filmes legais em cartaz.

Caio: O Maurinho também vai. Quanto mais gente melhor.

Lu: Ah. Claro =)

 

25 de Fevereiro | 2h55 p.m.

Lu: E aí, o que está fazendo?

Caio: Ah, to sozinho em casa. Falta uma companhia boa agora.

Lu: Rs. Se isso foi uma indireta...

Caio: Ei, claro que não! Desculpe-me, você entendeu mal.

Lu: Ah, tudo bem.

Caio: Por isso que não gosto dessa coisa de conversar por mensagem. A pessoa pode interpretar diferente.

Lu: Já entendi! Tudo bem.

Caio: Sério, te considero muito, tenho o maior respeito por você. Se algum dia dei algum sinal, me desculpa, não era a intenção.

Lu: Claro. É só que outros garotos ficam me importunando... Bem, eu sei que você é diferente.

Caio: Ok, vamos esquecer isso. Se não a amizade fica estranha, não é mesmo?

Lu: Certo.

 

27 de Fevereiro | 8h15 p.m.

Caio: Oi Lu. Minha irmã comprou umas pizzas deliciosas.

Lu: Humm, me deixou com vontade.

Caio: Ah, não estou com o carro hoje! Se não te buscaria.

Lu: Tudo bem, deixa pra próxima =)

 

28 de Fevereiro | 11h30 p.m.

Caio: Oi gata. Não tem problema não. Sempre tem uma segunda vez!

Lu: Desculpe-me, essa mensagem foi pra mim? É que eu estava dormindo... Não entendi nada.

Caio: Poxa, Lu! Desculpa! Mensagem errada, rs. Essas coisas acontecem, você sabe =)

Lu: Eu tenho sentimentos, sabia? Porra. Ah, certo. Boa noite.

 

02 de Março | 11h25 a.m.

Lu: Ele me respeita porque sabe que eu não sou do tipo que fica. Estou super afim dele, mas ele não é do tipo que namora. O que eu faço, Ana?

Ana: Ah, eu odeio esses joguinhos de conquista. Eles acabam comigo! Ñ sei como vc aguenta, Lu. Se fosse eu já teria pulado fora.

Lu: Mas é que eu sinto que ele gosta de mim. A gente se conhece desde crianças e tudo mais... Não é por menos que ele vai com calma. Acho que quer mostrar que comigo é diferente.

Ana: Amiga, cai na real. Homem sempre vai direto ao ponto. A diferença é que quando há sentimento eles são mais românticos. E ponto.

 

02 de Março | 1h15 p.m.

Lu: Meu chefe apareceu por aqui e mandou todo mundo ir almoçar, foi mal.

Ana: Cala a boca e continua o papo.

Lu: Eu já tive um namoro perfeito, Ana. Você sabe disso. Vinhos caros, viagens de luxo, os melhores presentes. Veja bem, eu era apaixonada pelo namoro, não pelo cara. Com o Caio é diferente, eu gosto desse jeitão dele. Mas queria que ele me visse como uma mulher, não uma irmã...

Ana: Vc está louca para transar, isso sim.

Lu: O pior é que ele dá indiretas e depois recua.

Ana: Homens =P

 

02 de Março | 3h10 p.m.

Lu: Será que estou assustando ele de alguma forma?

Ana: Ah, ta sim. Com esse papo que não é de zueira. Esqueceu que os homens de hoje em dia pulam a parte do noivado? Eles acham que namoro é isso.

Lu: Ei, mas namorar não significa que eu quero casar!! Eu só quero exclusividade, passeios, sei lá. Essas coisas.

Ana: Diz isso pra ele, mina.

 

05 de Março | 4h20 p.m.

Lu: Oi Caio =)

Caio: Oi Lu, tudo bem?

Lu: Queria te pedir um conselho...

Caio: Pode contar comigo, o que eu puder ajudar!

Lu: Eu to gostando de um garoto. O problema é que não sei se ele gosta de mim. Se você fosse ele... Você acha que eu deveria te dar uma chance ou deveria pular fora enquanto é tempo? Existe a possibilidade de você me levar a serio, ou eu nunca despertaria algo do tipo em você?

Caio: Quando o cara te conhece logo vê que você não é de bagunça, Lu. Então se eu me envolvesse com você seria porque sinto algo por você.

Lu: Resposta certa. Você disse exatamente o que eu queria ouvir =)

 

5 de Março | 6h40 p.m.

Caio: E então, vai sair com ele?

Lu: Estou esperando ele me ligar...

terça-feira, 12 de março de 2013

Plano de Vida

Onde você se vê daqui cinco anos?

Quais são suas metas em longo prazo?

Quais são seus objetivos no momento?

Lembro dessas frases do Ciclo de Palestras Preparatórias para o Mercado de Trabalho, ministrada pelo meu então amigo Nereu, hoje presidente da Associação Comercial de Várzea Paulista, mas que conheci quando era diretor de uma filial da Microlins.
Acredito que eu, mais do que ninguém, tem a resposta para essas perguntas na ponta língua. O problema é que são respostas longas que sou obrigada a resumir quando estou numa entrevista.
Daqui cinco anos terei quase 25 anos, e essa quantidade de tempo é suficiente para eu me tornar bilíngue, concluir um curso de graduação e ter meu próprio carro. Mas, para que essas coisas aconteçam, preciso de um pontapé inicial hoje. Então meus objetivos no momento é tirar habilitação, entrar na faculdade e começar um curso de inglês. Maaas, para eu conseguir fazer essas coisas preciso de renda, então é por isso que preciso de um emprego.
Ta bom, certo, compreendido. Mas por que mesmo que eu quero todas essas coisas? Por qual motivo quero falar outra língua e coisa e tal? Não é luxo, nem é porque quero um título (que, sinceramente, é o que o diploma da faculdade representa, se você não fizer uma especialização). É porque eu tenho uma META.
Minha meta é ter meu próprio negócio. E é um sonho que quero realizar antes dos trinta. E é um sonho que não pode ser realizado com sete mil reais. É um sonho que exige preparação, maturidade, experiência. Eu quero ser chefe, pronto. Primeiramente porque acredito que tenho vocação e segundo porque acredito que tenho uma mente empreendedora. E alguém além de mim concorda (e ela nem é minha mãe).
Por isso preciso de um emprego que me proporcione crescimento profissional. Veja bem, não é pelo salário. Quando você está no emprego certo, o salário é como um bônus. Quando você está no emprego errado, o salário é um incentivo. Claro que o salário é importante, sem ele não consigo cumprir meus objetivos. Mas não é só pelo salário.
A Monalisa me chamou de volta. Acho que já comentei isso. A Jéssica (aquela menina que não me suportava, foi ódio a primeira vista e tudo mais) vai sair para poder fazer estágio, e me ofereceram cento e cinquenta a mais do que eu ganhava. Pra ficar no lugar da Jéssica. Não senti vontade de voltar. Tentei me forçar a acreditar que é porque não é o cargo que eu queria, mas tive que cair na real que o verdadeiro motivo não era esse.
Minha mente regressou ao início de 2012. Eu estava feliz com meu primeiro emprego registrado, enfim na área que eu gostava. Eu amava meu trabalho. Adorava organizar documentos, atualizar redes sociais, produzir textos, fazer planilhas, elaborar pesquisas de opinião, auxiliar na produção de eventos, triar currículos e tudo mais. Eu não me cansava.
Quando o salário, a Jéssica, a falta de uma alimentação melhor e outras coisas começaram de fato a me incomodar é porque eu já não queria mais o emprego e, inconscientemente ficava procurando defeitos na empresa e no meu cargo.
Quando o dinheiro não rende, é porque você está insatisfeito com seu emprego. Ah, tem lógica sim. Quando você não gosta mais do seu trabalho num todo, ele se torna mil vezes mais cansativo, e quando finalmente o salário cai na sua mão, você quer se recompensar pelo trabalho árduo, e por isso gasta dinheiro à toa.
Acho que o mesmo acontece em outros aspectos da vida. Hoje me pego pensando: Por que me afastei das aulas de dança da Sol? Mas não vamos entrar nesse assunto.

Melissa Souza: Ativista cultural, formada em Jornalismo, dançarina profissional de Dança do Ventre, escritora com mais de cinco títulos publicados, profissional bilíngue, fundadora da empresa de comunicação e editoração Melissa Art, cujo foco é auxiliar novos autores brasileiros através de serviços editoriais e jurídicos, assistência em mídias sociais e cursos literários.

terça-feira, 5 de março de 2013

Eu sei que você já esqueceu

Eu sei que para você não importa mais. Éramos jovens, imaturos. Imagino que você tenha me perdoado, como diz. Apesar de que nunca vou me esquecer da dor que vi em seus olhos. Eu te amei, acredite. Eu acreditei em nós dois. Mas eu errei, admito. E acho que nunca vou me perdoar.
É incrível como ainda hoje, depois de tanto tempo ter se passado, eu sinto aquela pressão no coração quando te vejo. Acho que eu gosto de você, independente da pessoa que você se tornou. Acho que sempre gostarei de você. Você foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida.
Por isso me sinto péssima de te ver assim tão perdido e não poder fazer nada para ajudar. Principalmente porque tenho certeza que se as coisas tivessem acontecido de outro modo eu poderia ter te salvado de si mesmo.
Mas eu estava tão desorientada, tão confusa que acabei agindo por impulso, com ignorância. Fui uma garota ruim, sim. E me envergonho muito de ter sido assim. Pena que não podemos consertar o passado.
Queria tanto corrigir meus erros.
O pior de tudo é que nunca tive a oportunidade de me explicar, de te falar meus motivos, de tentar fazer com que você compreenda. Estamos tão longe um do outro. E eu sei que o que você ouvir de mim agora não fará diferença. Acho que você já tem uma opinião formada sobre mim, e é uma opinião ruim.
Se você queria e eu também, por que não aconteceu? Será que agora é tarde pra nós dois? Eu ainda sinto aquele calorzinho quando estou perto de você. Mas não consigo mais te olhar nos olhos. Por que dói. Tenho certeza que eu poderia me apaixonar por você de novo.
Acho que nunca vou superar o que houve e o que não houve entre a gente.
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