sexta-feira, 28 de abril de 2017

Imersão

Há dois anos atrás, uma amiga me convidou para fazer uma intervenção numa rave, a Nature Mystic. Apesar de estar um tanto receosa, fiquei muito animada com a ideia e topei. Foi então que comecei a pesquisas festivais de música alternativa e me deparei com um mundo novo e encantador. Cheguei a passar horas assistindo vídeos de eventos que duram até 7 dias, com várias atividades acontecendo simultaneamente, como o Ozora Festival. E mais surpresa ainda ao ver como era comum a participação de dançarinas de tribal, dentre tantos outros artistas, nesses festivais. A música, para além das eletrônicas mixadas, conta também com bandas étnicas alternativas. (Aqui neste post do Tribal Archive traduzo as ideias de uma dançarina que escreve sobre festivais alternativos).

Neste ano, enquanto me preparava para mais uma intervenção na Nature Mystic, frustrada com algumas limitações quanto à organização, uma colega de dança me falou sobre o Mundo de Oz, um festival de 4 dias que acontece em Aparecida/SP. Faltava dois meses para acontecer o evento, ainda assim, pensei que não me custaria nada entrar em contato com a produção e ver no que dava. Fiquei surpresa com o retorno e a atenção que recebi diretamente do organizador. Além de aprovar nossa participação, ele também nos daria ajuda de custo com o transporte e a alimentação. Tudo bem que não receberíamos cachê, mas diante de um festival com porte para receber cerca de 5 mil pessoas, confesso que não esperava essa atenção especial até mesmo para os artistas pequenos, considerando que N outros eventos não nos oferecem o mínimo de condições para trabalharmos.

Infelizmente, nem todos enxergaram a oportunidade da mesma forma que eu. Ainda fica aquela dificuldade em diferenciar um festival de uma rave, e ainda com a rica programação do evento, é um desafio passar 4 dias sem qualquer sinal de comunicação. Uma verdadeira experiência de imersão. No final das contas, fomos eu e a Kayra de dançarinas de SP para ministrar uma oficina, e a May de MG juntamente com seu grupo de música étnica, a Avall’om, para realizar um show; além dos nossos acompanhantes. Além de conseguirmos cumprir nossa proposta com o evento, aproveitamos demais a programação, foi maravilhoso.

Depois das experiências frustradas anteriores, meu namorido também estava bastante receoso com a experiência, mas o preconceito ficou para trás assim que entramos no espaço do Festival. Havia três áreas para camping, mas até o último dia tinha barraca montada nos lugares mais inimagináveis. A ducha era fria, contendo apenas uma quente preferencial para idosos e crianças (mas um banho de cachoeira também é válido, não?). Banheiro químico não tem como fugir, mesmo sendo higienizado três vezes ao dia, a gente sempre acaba se deparando com situações desagradáveis (me pergunto se o pessoal é relaxado assim em suas casas também, viu). A praça de alimentação continha muitas opções, e os valores não estavam assim tão altos quanto imaginamos – já pagamos mais caro por comidas piores em outras condições. Com a ajuda de custo, me cedi o privilégio de comer hambúrguer artesanal todos os dias.


A pista principal, chamada de mainfloor, simplesmente não parou um minuto – exceto por uma pequena queda de energia que foi rapidamente recuperada. Foram 24 horas de batidas com uma lista surpreendente de DJs, já assinalei meus favoritos. No primeiro dia, principalmente na hora de dormir, a gente fica com o som na cabeça, mas ao longo do evento você vai se habituando e chega um momento que o som vira pano de fundo. Além do mainfloor, também havia o chillout, um espaço para eletrônicas mais suaves, um palco alternativo para bandas maiores e um menor para grupos menores – e aqui estamos falando dos nossos espaços favoritos. Dentre os shows, Pedra Branca, Shaman Tribal e Funk como Le Gusta. Ganhamos a viagem apenas por ter visto esses grupos!

Mas a música nem sempre é o foco no evento. Além da cachoeira e piscina, há também o espaço de cura, com uma boa programação ao longo do dia, marcamos presença nas oficinas artesanais, de tai chi chuan e yoga - no último dia, um domingo chuvoso, somente eu cheguei no horário disposta para a atividade, e fiquei desolada por não ver o mesmo entusiasmo nos demais presentes, rs. As crianças também contam com um espaço só para elas e uma programação especial de atividades monitoradas. Aliás, crianças e animais de estimação são bem-vindos no evento, sem pagar nada a mais por isso.

Metódica como eu, antes mesmo de ir já havia definindo uma programação de atividades para cada dia. Entre 6h30 e 7h30 já estávamos de pé, com os primeiros raios de luz enchendo a barraca. Na tardezinha, depois das 17h e de banho tomado, nos permitíamos uma soneca para aproveitar a noite. Não imaginei que fossemos nos adaptar com tanta facilidade, ficamos preocupados em levar livros e videogames para passar o tempo, mas não foi necessário. Nosso corpo e mente entra num ritmo natural do evento, nada de dores musculares, cansaço ou estresse, pelo menos para nós. E o melhor são os efeitos que isso surte no retorno para casa, é como se tivéssemos lavado a alma. Paciência, amor, respeito e solidariedade são frisados durante todo o festival, é impossível não retornar com um pouquinho dessa paz de espírito, dessa serenidade conosco. A Kayra categoria o festival como um retiro espiritual, e a May nos revelou que descobriu uma nova paixão. Acho que eu também!

MainFloor
Espaço Encantado


Chillout e cachoeira

Você podia encontrar diferentes manifestações artísticas com poesia, artes plásticas e esculturas sustentáveis ao longo de todo o espaço do festival <3


Espaço delicioso para fogueira em noites frias!

Área de cura e redução de danos

Delícia!
P.S. Não deu para fazer muitas fotos porque a bateria foi para o brejo. Mas você pode conferir as fotos oficiais na página oficial do festival! ;)

terça-feira, 11 de abril de 2017

2 séries criativas da Netflix para se inspirar

Sempre fui amante das mais variadas linguagens de artes. E com o avanço da tecnologia e acessibilidade, me descobri com um pé em design. O que me atraiu no curso de Comunicação Social foi a grade curricular, envolvendo estudos do homem, das mídias e das artes. Fiquei apaixonada!

Apesar de não ter o espírito de jornalista, dentre as opções de habilitações oferecidas, foi a que mais me agradou. E não me arrependo. As técnicas de jornalismo possibilitaram que eu criasse conteúdo de uma forma diferente de um designer ou publicitário, por exemplo.

Hoje eu atuo com comunicação, mas continuo experimentando outras linguagens, descobrindo novos prazeres. E por isso os documentários da Netflix que exploram a criatividade estão entre os meus favoritos, com episódios que narram trajetórias inspiradoras de empreendedorismo. Confira minha top list!

Abstract: The Art of Design


Claro que eu tinha que abrir com este. Com oito episódios, a série apresenta o processo criativo de diferentes artistas e designers e suas variadas linguagens: design de interiores, automotivo e de tênis, além de arquitetura, ilustração, tipografia, fotografia e cenografia. Impossível não se envolver com a história que protagoniza cada episódio. E o mais interessante é observar como a formação acadêmica e a experiência de vida influencia diretamente na ascensão profissional de cada um.

Tinker Hatfield, o arquiteto apaixonado por esportes que se tornou designer da Nike
Christoph Niemann é ilustrador da New Yoirk que busca meios alternativos de inspiração



Chef's Table


A série está em sua terceira temporada, com um episódio para cada chef das mais variadas regiões do mundo e seus estilos peculiares de criar com a culinária. Não, eu não cozinho, mas adoro apreciar a forma como o fazem. Até o momento, meus favoritos foram o chef brasileiro Alex Atala, do D.O.M., principalmente pela empatia, acredito eu; e o Grant Achatz, do Alinea (Chigaco), um chef híbrido que explora diferentes sensações, fazendo da refeição uma experiência.

Alex Atala, chef do D.O.M. (Brasil), cuja especialidade são pratos que envolvem especiarias do norte e nordeste.
Grant Achatz, do Alinea (Chigaco) traz uma emocionante história de superação, tendo sofrido com câncer de língua e ficado sem paladar.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Oficina de Orientação Profissional e Elaboração de Currículo

A pedido do meu marido, participei da sua oficina de orientação profissional e elaboração de currículo, mas, como ele mesmo disse, dessa vez foi a sua vez de brilhar, rs. De dez mulheres inscritas, contamos com apenas 4 participantes, mas ainda assim as 2h de curso foram bastante produtivas. Iniciamos com uma apresentação sobre os principais erros na elaboração de um currículo, seguido de uma discussão sobre a postura ideal para entrevistas de emprego e depois partimos para a parte prática de criar um currículo e corrigir quem trouxe o seu. Foi, no mínimo, muito divertido!


Slides da apresentação

O Everton, meu namorido, é especializado em gestão de pessoas e atua como servidor público na Biblioteca Nelson Foot. Eu entrei com a minha experiência prática em triagem de currículos, além dos meus estudos no curso de formação continuada em administração pelo Senai e também minha experiência pessoal em processos seletivos. Gosto de destacar que aos 15 anos tive a oportunidade incrível de participar de três meses de orientação profissional e motivacional com o psicólogo e antigo diretor da Microlins de Várzea Paulista, Nereu Veiga, que foi um grande diferencial para minha ingressão no mercado de trabalho.

Reconheço que muitos não oportunidades como esta. Os jovens carecem de mais acessibilidade à cursos de orientação vocacional, etiqueta profissional, instruções quanto à construção de currículos, dentre outros - ensinamentos que estão além do que a formação básica e os cursos profissionalizantes nos oferece. Não dá para esperar que um jovem inexperiente chegue numa agência atendendo todas as exigências sem que ninguém tenha lhe orientado. É por isso que esperamos que este curso se torne regular em espaços públicos como as bibliotecas e CEUs. por exemplo.

A sensação é quase essa, não?

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Desempreendendo


Outro dia cogitei fortemente a ideia de voltar para o mercado de trabalho formal por inconformidade financeira. Quando parei para pensar no quanto estou investindo e no pouco retorno que estou tendo, fui tomada por uma desmotivação esmagadora. E ouvir uns podcasts sarcásticos de desempreendedorismo do Não Salvo não ajudou muito. Um dos "ensinamentos" para fracassar é "siga seus sonhos".

Mas então li um artigo no site da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios que me lembrou porque entrei nessa. Resumidamente, o artigo lista 3 tópicos que são bons e ao mesmo tempo ruins na vida do empreendedor - segundo o autor:
  1. (Não) ter chefe;
  2. Horário (in)flexível;
  3. Deixar (ou não) um legado.
E eu, para variar, descordo totalmente. O tempo todo o autor fala da falta de responsabilidade e organização de um trabalhador autônomo, colocando a falta de regras como algo bom, e não ter um chefe ou um sistema de trabalho rígido para te pôr na linha como algo ruim. E, para matar de vez, ainda diz que se você se você é demitido pelo menos tem direito a vários benefícios, "já os empreendedores que quebram não levam nada." Gente, que absurdo! Nunca vi tanta baboseira, sério.

Para começar, empreendedorismo não é algo que se constroi da noite para o dia. Assim como qualquer carreira, é uma vocação que nasce contigo. A gente trabalha mais sim, mas não é um sacrífico, trabalhamos com prazer. Não é como quando chega a sexta-feira e você passou por poucas e boas no serviço e só pensa na hora de chegar em casa, e a semana mais feliz é quando recebe seu salário ou quando se aproxima da próxima férias ou feriado. Também temos altos e baixos no trabalho autônomo, mas não cogitamos a ideia de "pedir demissão". Temos clientes bons e clientes ruins, mas acabamos desenvolvendo um jeitinho para lidar com eles. Não dá para aguentar aquele chefe mala ou "colega" de trabalho chato por muito tempo. E quando aquele projeto não dá certo, você parte para o próximo! Simples assim. Empreendedorismo não é uma coisa de momento, não é uma fase. Você pode começar empreendendo em casa, no trabalho, na escola, enfim.

Falando por mim e pelo trabalho que faço - em casa, o mais me dói na ideia de voltar para um ambiente de trabalho formal é lidar com as pessoas, sério. Quando não estou bem, durmo até tarde, preparo um chá quente, vou para o escritório mal humorada e de pijama, e trabalho offline. Num ambiente corporativo, não posso me dar ao luxo de ficar triste, ou carrancuda, temos que fingir estar bem o tempo todo, e isso é horrível. Lembro quando chegava aquela semana do mês e todas as mulheres ficavam escrotas, é quando eu recebia broncas da minha supervisora, por exemplo. Não quero passar por isso novamente.

Então, ok, posso estar ganhando bem abaixo do que eu poderia estar ganhando com carteira assinada, pelo menos neste começo de carreira, mas não quero abrir mão da DELICIOSA rotina de autônoma para ter que voltar a lidar com o mercado de trabalho formal. Talvez eu esteja exagerando, já me peguei pensando na empresa ideal, atuando na minha área, liderando uma equipe ou trabalhando remotamente, vestindo a camisa da marca com orgulho, tendo um salário cheio e ótimos benefícios... se eu encontrar este serviço, te aviso. Enquanto isso, fica com um pouquinho de inspiração do grupo Negócio de Mulher, que tem me ajudado bastante a manter o foco ❤


Não precisamos de um motivo

Recentemente eu assisti a nova série da Netflix, 13 Reasons Why, e confesso que a série me deixou um tanto reflexiva. Assisti numa porradela só: foi numa dessas madrugadas em que troquei a noite pelo dia e depois fiquei sem sono. Além da série, assisti também um making of com atores, produtores, psicólogos e ativistas convidados (já falei que amo making of?). Resumidamente, a série tem como protagonista uma adolescente que grava 13 fitas contendo os 13 motivos pelo qual decide tirar a própria vida. Além do suicídio, temas como assédio moral e sexual, depressão e cyberbullyng são fortemente destacados nos episódios, além de todos os dramas adolescentes pelos quais todos nós passamos, e todos os clichés românticos - o primeiro beijo, o primeiro amor, a primeira vez - mas nem sempre é tudo bonito e romântico.

A princípio, fiquei muito incomodada com as questões abordadas e, de certa forma, feliz por alguém ter falado sobre isso - a intenção é essa mesma, incomodar. Se você assiste cenas de violência sexual e não se sente desconfortável com isso, você tem algum problema. Com o feminismo em alta, falar sobre sexo e assédio está deixando de ser um tabu, mas ainda leva a muitas interpretações diferentes, e muitas vezes errôneas. Ninguém fala sobre suicídio, mesmo sendo a 2ª maior causa de morte entre os adolescentes. O cyberbullyng acontece, é real, mas ninguém quer enxergar ou finge que não é contigo - sim, você alega ser contra, mas está lá nas redes sociais marginalizando o próximo e justifica que está apenas expressando seu direito de dizer o que pensa. E a depressão ainda é muito mal compreendida na sociedade moderna.



Eis que estou refletindo sobre tudo isso e chego a uma conclusão. Não precisamos de um motivo. Não se trata de um roteiro pronto. Não precisamos ficar tristes para entrar em depressão. Não precisamos criar a oportunidade para sermos assediadas. Não precisamos de uma desculpa para tirar a própria vida. Pelo contrário: um suicida não fica triste com a ideia de se matar. Ele enxerga a morte como uma solução. Para ele, não é algo ruim, de certa forma. É só uma maneira de silenciar a mente, ficar em paz, dizer adeus à toda sujeira do mundo.

terça-feira, 28 de março de 2017

Oficina "A Música do Filme" com Tony Berchmans

O Centro Unificado de Artes de Várzea Paulista está com um projeto muito legal de exibição de filmes e oficinas do Museu de Imagem e Som de São Paulo. No início do mês, dia 10, pude prestigiar uma oficina de música de cinema com o músico e cinéfilo Tony Berchmans. A oficina foi muito produtiva, mas acabou se estendendo além de horário e precisei sair antes do término, de qualquer forma, consegui aproveitar bastante do conteúdo. Aliás, fui entrevistada para a matéria no site institucional da cidade, disponível aqui. :)


Sobre Tony Bechmans

Iniciou na música ainda criança, mas sua formação foi em engenharia, depois se especializou em comunicação pela ESPM e trabalhou um período com produções publicitárias antes de se dedicar à sua maior paixão: a trilha sonora de filmes. Atualmente, é professor da pós-graduação em Trilha Sonora para Cinema e TV da Universidade Anhembi Morumbi e oficineiro no Museu de Imagem e Som de São Paulo, além de desenvolver o projeto CINEPIANO com apresentações regulares em instituições e festivais.

Sobre a Oficina




Originada do livro de sua autoria, que leva o mesmo título, a oficina "A Música do Filme" tem como intenção apresentar um panorama do universo da composição e produção de trilhas sonoras musicais, com intensa ilustração audiovisual.

O curso abordou um pouco da história do cinema sob o olhar das produções fonográficas, em seguida foi apresentado diversos termos técnicos dos elementos que compõem uma trilha sonora e, por fim, uma sequência de vídeos com recortes de grandes filmes, como explicarei com mais detalhes adiante.

O cinema nasceu mais como uma invenção tecnológica do que uma expressão artística. A trilha sonora só entrou para o cinema 30 anos mais tarde. É comum nos referirmos à trilha como o conjunto de músicas presente num filme, todavia, a trilha engloba toda composição sonora de um vídeo. Tais elementos se dividem em:
  • Background;
  • Sound effects (editoriais/especiais);
  • Foley (som resultante da ação dos personagens);
  • Locução.
Dentre outros. O importante é compreender que a trilha de um vídeo deve apresentar um sincronismo com a intenção narrativa do mesmo. Para conseguir tal qualidade de som, é comum fazer uso de recursos de captação e edição. Cabe ressaltar é editar é um processo diferente de mixar.

A música de filme é funcional, podendo conter uma canção ou ser apenas instrumental, variar entre sons agudos e graves, composições melódicas ascendentes ou descentes, dentre inúmeras outras características.

Um termo que aprendi e gostei bastante é o de "música programática", dividida em latemotif's que, por sua vez, são criados para atribuir uma identidade sonora aos variados elementos presentes num filme. Um grande exemplo são os motivos criados para desenhos animados.

Sobre minha participação

Apesar do release dizer que é direcionada a profissionais da área, cinéfilos, estudantes e amantes do cinema, acredito que o curso foi mais direcionado para os músicos no geral. Como músico, Tony sentiu a necessidade de explicar o conteúdo sonoro antes de cada vídeo, apesar de tornar o curso dinâmico, me senti como se estivesse tomando um spoiler das músicas a todo momento. O curso foi interessante para mim até o momento em que os alunos começaram a divagar entre comentários desnecessários, dando a oportunidade de criticar a indústria cinematográfica contemporânea e difamar os profissionais de jornalismo.

Como graduanda em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e dançarina, desenvolvo um projeto audiovisual de videodança que engloba técnicas de edição de imagem e música, além de todo o trabalho de roteiro, produção e filmagem. Também tenho estudos complementares em roteiro para filmes e dramaturgia, além de ser escritora e romancista. Acredito que o conteúdo do curso foi bastante proveitoso para mim, tanto na forma de narrar quanto no processo de edição de trilha, tenho certeza que farei uso dos artifícios apresentados em meus trabalhos futuros.
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